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Cartas e fotografia assinadas por Jacky Stewart (anos 1970)

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  • R$ 690,00


Nos anos 1970, o tri campeão mundial de Fórmula 1 Jacky Stewart lembra da hospitalidade e dos encantos do Brasil.

Conjunto de duas cartas e uma fotografia assinadas por Jacky Stewart, para amigos cariocas. Uma página para cada documento. Em inglês. Carta 1: 21 cm x 29 cm, Suiça, 4 de fevereiro de 1970 / Carta 2: 18,4 cm x 26 cm, Suiça, 11 de outubro de 1971 / Fotografia com dedicatória: 8,7 cm x 13,9 cm, sem informação sobre a localização e a data / Uma envelope como o logotipo de Jacky Stewart. Papel amarelado, estado médio. Conjunto único.

Extratos

Eu não acho que precise lhe dizer que o Rio foi o destaque de nossa visita à América do Sul (...)

Infelizmente, não virei ao Brasil para a categoria Fórmula 2 em razão de outros compromissos tornarem isso impossível. Irei, portanto, perder a oportunidade de aproveitar o clima agradável e a excelente hospitalidade do Brasil.

Jacky Stewart (nascido em 1939) foi tricampeão mundial de Fórmula 1 com a Matra, em 1969 e com a Tyrell, em 1971 e 1973. Considerado um dos melhores pilotos da história, conquistou 27 vitórias na Fórmula 1, recorde da categoria até 1987 quando Alain Prost, maior rival de Ayrton Senna, ultrapassou a marca.

Fato marcante, depois de sofrer um gravíssimo acidente em 1966 e de ver morrer na pista seu parceiro François Cevert, Jacky Stewart decidiu exigir mais segurança para os pilotos e melhorar os equipamentos de proteção : criou o capacete protegendo toda a cabeça do piloto e o macacão antichamas que salvaram vários pilotos nas décadas seguintes.

Por que esse conjunto é raro ?

Nestas cartas, Jacky Stewart, no auge da sua carreira, elogia o Brasil, pais que marcou sua vida profissional e pessoal. Em 1997, fundou sua equipe - a Stewart - onde confiou no jovem Rubens Barrichello para pilotar. Antes disso, foi a relação entre Ayrton Senna e Jackie Stewart que marcou a história do esporte, quando o escocês acusou Senna de bater de propósito em Alain Prost, no famoso GP do Japão de 1990.

Por esse motivo o brasileiro jurou nunca mais falar com Stewart, mas voltou atrás, pedindo desculpas e admitindo seu erro. Posteriormente ambos se juntaram em numa campanha para melhorar a segurança na Fórmula 1. Prova do grande respeito entre as duas lendas, Stewart foi um dos pilotos que levou o caixão de Senna no seu funeral.


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