{"title":"Pintores","description":"\u003cp\u003eCartas, desenhos e dedicatórias originais de grandes pintores brasileiros e internacionais — Portinari, Di Cavalcanti, Beatriz Milhazes e outros. Peças raras selecionadas pela Glórias, com certificado de autenticidade.\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"dedicatoria-de-beatriz-milhazes-2013","title":"Dedicatória de Beatriz Milhazes (2013)","description":"\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003eEm 2013, a pintora carioca Beatriz Milhazes autografa um livreto da exposição \"Meu Bem\" no Rio de Janeiro.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eDedicatória de Beatriz Milhazes para \"Cláudio\", em catálogo da exposição \"Meu Bem\".\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eTrês páginas formando um livreto, frente e verso.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm português.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e18 cm x 18 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eRio de Janeiro, entre agosto e outubro de 2013.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eExcelente estado\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003ePeça única.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003ePara Cláudio, com um abraço, Beatrix\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBeatriz Milhazes (nascida em 1960) é uma artista brasileira nascida no Rio De Janeiro. A cor é um elemento fundamental da sua obra, assim como a abstração geométrica, flores e arabescos. A música, a dança ou a natureza, recorrentes na cultura brasileira, inspiram as obras de Milhazes. A partir dos anos 90, destaca-se em mostras internacionais nos Estados Unidos e Europa e integra acervos de museus como o MoMa, Guggenheim e Metropolitan, em Nova Iorque.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 2013, Beatriz Milhazes comemorou 30 anos de carreira com a mostra panorâmica \u003cem\u003eMeu Bem\u003c\/em\u003e na sua cidade natal, onde estava há mais de uma década sem expor, apesar de morar e manter seu ateliê no Leblon, perto da família e dos amigos. Segundo o curador da exposição, Frédéric Paul,\u003cem\u003e \"sem pretender ser retrospectiva, a exposição do Paço Imperial reúne obras de 1989 a 2013. O ano de 1989 foi uma data marcante em que a artista elaborou  uma técnica especifica de decalcomania que iria influenciar todo o seu trabalho posterior.\"\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm uma entrevista da jornalista Michelle Licory, aprendemos mais sobre Beatriz Milhazes:\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eTive um percurso muito linear ao longo desses 30 anos. Na década de 80, foi um desenvolvimento bastante local, Rio e São Paulo. Em 1996, por ocasião da minha primeira individual em Nova York, recebi uma crítica muito positiva da Roberta Smith, do New York Times. Ela terminou dizendo: ‘Acho que tem algo novo surgindo’. Isso me abriu as portas para o mundo da arte nos Estados Unidos, depois Europa e, mais adiante, Ásia. Foi fundamental, em 2003, minha participação na bienal de Veneza, e ter minha obra em museus importantes como Tate Modern e o MoMA.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eE esse rótulo de “brasileira mais cara”?\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eApesar de eu estar nesta situação, não saberia explicar… É a primeira vez na arte brasileira contemporânea que um grupo, mesmo que muito pequeno, conquista essa posição internacional, com preço internacional. É um grande ganho, um aprendizado para todos nós, um patamar que eu não esperava. Temos que saber lidar com isso. Com as galerias lá de fora é mais fácil. Eles estão acostumados. Tenho uma vida em inglês e uma vida em português. Também tem outro orgulho, por eu ser mulher. A pintura é um universo muito masculino.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eExiste algo em comum com Vik Muniz e Adriana Varejão, outros nomes contemporâneos bem valorizados fora do país?\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eIsso é curioso. Somos muito diferentes como artistas e como pessoas, apesar de sermos amigos. Mas temos, sim, um ponto em comum: nós três, de alguma maneira, nos utilizamos da cultura brasileira para criar diálogos, introduzimos nossa experiência de vida no país para dentro do próprio trabalho. Mesmo o Vik, que emigrou jovem e se desenvolveu nos Estados Unidos, guardou em seus conceitos algo inteligente, mas meio rude da nossa formação brasileira. Eu e Adriana, de jeitos bastante diversos, temos bem claras essas questões do nosso pensamento sobre a cultura do país.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eMuito disputadas em galerias e leilões internacionais, as obras de Beatriz Milhazes alcançaram valores recordes os últimos anos. A artista carioca que vive entre Rio de Janeiro, Paris e Nova-Iorque, tornou-se uma artista renomada, que será cada vez mais procurada pelos colecionadores brasileiros e estrangeiros. Autógrafos dela são incomuns, essa peça se destaca por seu excelente estado e seu conteúdo biográfico que valorizam ainda mais a assinatura dinâmica da artista.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":115784482836,"sku":"252LEI38","price":900.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/products\/autografo-beatriz-milhazes-1.jpg?v=1682367351"},{"product_id":"carta-assinada-por-daniel-henry-kahnweiler-1963","title":"Carta assinada por Daniel-Henry Kahnweiler (1963)","description":"\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003eO marchand que o primeiro apostou no Cubismo e em Picasso, Daniel-Henry Kahnweiler, escreve para um famoso galerista alemão.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eCarta assinada por Daniel-Henry Kahnweiler para Senhor Stangl.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eUma página.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm alemão.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e19.5 cm x 27.1 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eParis, 9 de abril de 1963.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eExcelente estado\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003ePeça única.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003ePrezado Sr. Stangel, \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003esim, infelizmente, chegamos a eles às 4 horas e nos desencontramos. Esta manhã eu encontro sua carta no meu regresso de Dortmund, onde eu estava com a Jardot, na abertura da exposição Manolo no museu. Por mais que seja, não podemos emprestar-lhes as novas heliogravuras em tão pouco tempo, porque todas as coleções estão prometidas há meses. Entre em contato com Hertz, que poderá dar-lhes as folhas, obrigado. Caso contrário, você teria que concordar com uma data na próxima temporada. \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eAtenciosamente, também do meu amigo Jardot. \u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eDaniel-Henry Kahnweiler\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDaniel-Henry Kahnweiler (1884 - 1979) foi um marchand muito renomado por ter sido o primeiro a apostar no Cubismo, com pintores como Picasso e outros grandes nomes no início do século XX. Aqui reproduzimos partes de uma entrevista realizada em francês pela jornalista Charlotte Delafond, com o biógrafo de Kahnweiler, Pierre Assouline.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eC. D. Quais você acha são as características essenciais que fazem de Daniel-Henry Kahnweiler uma figura-chave na história da arte moderna ?\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eP. A. Antes de tudo, deve-se lembrar de que Kahnweiler era um autodidata por natureza, ele não seguia padrões estéticos, dependia do seu instinto. Seu gosto, sua profissão, ele aprendeu indo ao museu do Louvre, frequentando os Salões, especialmente os Independentes, nas vendas públicas e de acordo com suas leituras, enriquecidas por revistas de arte estrangeiras. Além disso, e isso é muito importante, ele tinha a mesma idade que seus pintores - Picasso, Braque, Gris, Léger - com os quais manteve uma verdadeira cumplicidade. Ele era realmente o marchand de sua geração. (...) Kahnweiler era também um homem com uma certa força de convicção, que fazia escolhas e mantinha-as a qualquer custo, mesmo em tempos de crise. Quando ele acreditou no Demoiselles d'Avignon, ninguém mais acreditava nisso, ele não mudou de ideia diante das críticas.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003ePor seus pintores, ele estava disposto a fazer qualquer coisa, mas o que ele pedia era a exclusividade. Então ele era intransigente. Isso é o que o tornava especial. Ele os colocava sob contrato, o que nunca havia sido feito. Ele pagava um valor para cada um mensalmente, para dar-lhes os meios para viverem sua arte. Eles se ocupavam da pintura ; a venda, os colecionadores, os salões e o resto eram dele. Isso foi revolucionário !\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eA última coisa é que Kahnweiler era um homem paciente. Com isso quero dizer que ele pensava tudo a longo prazo, ele trabalhava para a posteridade. Nesse sentido, investia intensamente em propaganda e foi um dos primeiros - senão o primeiro - a fotografar sistematicamente as pinturas e a enviar essas reproduções fotográficas para revistas de arte em toda a Europa, na Alemanha, é claro, mas também na Suíça, na Bélgica e na Inglaterra. Esta foi uma de suas principais estratégias e uma das razões que tornaram seus pintores famosos.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eC. D. O que Daniel-Henry Kahnweiler devia aos antigos marchands famosos, incluindo Paul Durand-Ruel e Ambroise Vollard ? E em que medida ele continua um modelo para os jovens marchands ?\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eP. A. Paul Durand-Ruel, ele não o conhecia, mas o considerava um modelo absoluto. Ele realmente o admirava. Não só porque ele era o marchand dos impressionistas que os apoiou contra tudo, mas também pela linha de conduta que impôs a si mesmo. Ele respeitava os princípios em que Durand-Ruel reinventou sua profissão, sua atitude moral em relação ao mercado, aos artistas e ao público. Kahnweiler secretamente queria reproduzir o que seu mestre havia feito. Ele queria ser um precursor, comprando o que gosta e impondo seu gosto ao público.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eAmbroise Vollard não foi a mesma história. Ele era um contemporâneo. Era um pouco mais velho, mas muitas vezes se encontravam, a galeria Vollard não é muito longe daquela em que se instalou. Ele estava interessado em Picasso pouco antes dele, e Kahnweiler respeitava seus gostos. Mas os dois homens eram muito diferentes, quase opostos. Ambroise Vollard gostava de curtir a vida, levava tudo na brincadeira. Kahnweiler era muito germânico, bastante austero e extremamente meticuloso. Em outras palavras, Kahnweiler gostava de Vollard, mas não o admirava.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eRealmente, seu verdadeiro mestre foi Paul Durand-Ruel. Foi ele quem lançou as bases da arte do marchand no sentido moderno do termo, que Kahnweiler adaptou e reinventou no início do século XX. Para mim, Kahnweiler é o modelo do marchand de arte moderna, ou melhor, do que um marchand deve ser no século XX. Hoje, claro, as coisas mudaram, a profissão evoluiu e as condições não são mais as mesmas. Mas os princípios que apresentou ainda são válidos.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOtto Stangl era um negociante de arte e um galerista alemão, que com sua esposa Etta fundou a Galeria Moderna Etta e Otto Stangl em Munique em 1947, uma das galerias mais influentes da vanguarda após a Segunda Guerra Mundial ; Manolo Hugué, amigo do pintor espanhol Picasso, era um escultor renomado ; enfim, Maurice Jardot era o braço direito de Kahnweiler e presidiou a Galeria Kahnweiler \/ Leiris por quase 40 anos (1956 - 1996).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eÀs vezes as pessoas nos bastidores são tão importantes e interessantes quanto os famosos mesmo... ao final quem seriam Picasso, Vlaminck ou Derain, Gris ou Leger sem Kahnweiler ? Essa carta mostra um pouco o cotidiano desse grande marchand de arte, mencionando seu trabalho com o sócio (Maurice Jardot), encontros com artistas e exposições (Manolo Hugué) e relações com outros galeristas (Etta e Otto Stangl) em 1963, ano do falecimento de George Braque. Gostamos aqui também do papel personalizado de Daniel-Henry Kahnweiler, com o cabeçalho sofisticado de sua famosa galeria.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":115861848084,"sku":"240GTV4","price":1500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/products\/carta-assinada-daniel-henry-kahnweiler_14166b1e-a8a4-4284-85f2-b4628492f09f.jpg?v=1682367925"},{"product_id":"desenho-e-dedicatoria-de-roberto-burle-marx-1982","title":"Desenho e dedicatória de Roberto Burle Marx (1982)","description":"\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003eDesenho original e dedicatória do paisagista Roberto Burle Marx durante sua primeira retrospectiva, em Londres, em 1982.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eDesenho original e dedicatória de Roberto Burle Marx, para Zora e Antônio Olinto, no livreto criado para a sua primeira retrospectiva.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eO documento vem com duas fotografias originais do artista, em preto e branco, do dia inauguração.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e24 páginas.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm inglês.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e2\u003cspan style=\"font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'San Francisco', 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 0.875rem;\"\u003e0 cm x 20 cm.\u003c\/span\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eLondres, 1982.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eExcelente estado\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003ePeça única.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003ePara (?) e Olinto a ternura e amizade de Roberto\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRoberto Burle Marx (1909 - 1994) foi um arquiteto-paisagista brasileiro, renomado internacionalmente. Morou grande parte de sua vida no Rio de Janeiro, onde realizou seus principais trabalhos, embora sua empresa atuasse no mundo inteiro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRoberto Burle Marx acompanhou sua mãe, desde muito pequeno, nos cuidados diários das flores e plantas da casa. Com oito anos, começou a sua própria coleção de plantas e o cultivo de mudas. Mais tarde, enquanto morava na Alemanha para tratar um problema de saúde, visitou diversas exposições (Picasso, Matisse, Klee e Van Gogh), o que o motivou a estudar pintura. Em Berlim, frequentou as estufas do Jardim Botânico, onde descobriu a flora brasileira. Quando voltou ao Brasil para cursar a universidade, fez amizade com futuros grandes nomes da arquitetura moderna brasileira, como Oscar Niemeyer.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRoberto Burle Marx desenvolveu um estilo de paisagismo com plantas e flores nativas do Brasil, fugindo do padrão \"europeu\" da época. Os desenhos de seus projetos lembram, muitas vezes, telas abstratas, onde tem recantos e caminhos no meio da vegetação. Em 1955 fundou a empresa Burle Marx \u0026amp; Cia, cujo objetivo era elaborar projetos de paisagismo de jardins residenciais e públicos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlém de ter sido um dos maiores paisagistas do nosso século, Roberto Burle Marx foi também desenhista, ceramista, escultor, cantor e criador de jóias ! Detalhe interessante, Karl Marx era o primo de seu avô.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO pequeno desenho original, em forma de dedicatória para o casal famoso, completa este livreto raro criado para a primeira retrospectiva do genial paisagista. As duas fotografias originais - e em perfeito estado - de Burle Marx, no dia da inauguração, agregam ainda mais valor no conjunto.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":150498410516,"sku":"120LEI13","price":2000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/products\/desenho-dedicatoria-roberto-burle-marx-2.jpg?v=1682365951"},{"product_id":"carta-manuscrita-de-flora-morgan-snell","title":"Carta manuscrita de Flora Morgan-Snell (1973)","description":"\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003eEm 1973, a artista brasileira Flora \u003cspan class=\"il\"\u003eMorgan\u003c\/span\u003e-Snell agradece um renomado crítico de arte francês que soube reconhecer seu talento.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eCarta manuscrita de Flora Morgan-Snell para Bernard Gauthron.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e4 páginas incluindo 2 desenhos, e o envelope.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm francês.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eParis, 24 de junho 1973.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEstado perfeito\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eConjunto único. \u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003eMuitas vezes, somos fascinados por personalidades históricas famosas que têm muitos talentos: a coleção Glórias tem como ambição apresentar muitas delas para Sofia, minha filha, e para vocês, através de documentos autógrafos. Também existem famosos que não têm talentos, são os novos heróis dos tempos modernos produzidos pela televisão e pela internet, que a história provavelmente esquecerá. Mas existe uma outra categoria, que também quero apresentar nessa coleção: os talentos que (ainda) não são famosos. São minhas \"apostas\". \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFlora\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cspan class=\"il\"\u003eMorgan\u003c\/span\u003e-Snell (1920 - 2007) é, no meu ponto de vista, uma das grandes artistas que o Brasil e o mundo desconhecem ou esqueceram. Quais eram suas habilidades? A pintura e a escultura que descobri um dia nos meus passeios digitais. Suas obras são ignoradas no Brasil, embora ela tenha ganhado grandes prêmios como o Leonard de Vinci, do Salão de Arte Livre de Paris e de Escultura da Grécia, tenha exposto em galerias como a Bernheim-Jeune e no Museu de Arte Moderna da França, participado de eventos da UNESCO e organizado exposições de artistas contemporâneos brasileiros e estrangeiros na Europa. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA escritora Clarice Lispector (na última de suas entrevistas para a revista Fatos e Fotos, publicada poucos antes de sua morte) conta sua visita na casa da pintora:\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003e(...) fomos recebidos no ultra suntuoso apartamento por um mordomo devidamente fardado. (...). Durante praticamente toda a entrevista (a Sra. Snell) não parou de sorrir (...) foi lacônica nas respostas (...). Eu já conheci muitos artistas – pintores, escultores, poetas, músicos, romancistas – e posso afirmar que a Sra. Snell foi a única a me transmitir tal absoluta segurança em si mesma, sem sinal das dúvidas que ocorrem em quem cria arte (...)\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSegundo Roberto Ormon que estudou sua vida,\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003ea artista cresceu em Petrópolis e logo revelou a natureza autodidata. O interesse pelo corpo humano a levou aos livros de anatomia e a assistir campeonatos de luta, onde testemunhava a força e o movimento que abordaria em seu trabalho. Ao buscar estudo formal no Rio de Janeiro, a jovem acabou dispensada do curso. O motivo? Não havia mais nada que o professor pudesse lhe ensinar. Com 25 anos, participou de duas exposições na antiga capital federal e casou-se com Albert de Moustier, descendente da aristocracia francesa.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFlora mudou-se para Paris, onde estabeleceu a imagem de socialite em um meio dominado por homens, como os jurados de exposições que, algumas vezes, chegaram a imaginar que as obras eram, na verdade, de seu marido. De família rica, a pintora não dependia da venda de telas para viver e as criava para os que a admiravam, atendendo encomendas particulares, institucionais e do estado francês. Roberto Ormon conta também onde se encontram umas das suas obras na França: os painéis que estavam na Igreja da Trindade estão hoje na igreja de Saint-Michel des Batignolles (Paris, Place Saint-Jean, 17e arrondisement); um outro painel, chamado \"Os Sequestradores do Mar\", foi levado para o Centro Les Atlantes, na cidade de Les Sables d'Olonne.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eNessa carta, Flora \u003cspan class=\"il\"\u003eMorgan\u003c\/span\u003e-Snell agradece em francês um crítico de arte que publicou um artigo sobre ela na revista francesa \u003cem\u003el´amateur d´art\u003c\/em\u003e (o Amador de Arte) que era renomada na França nos anos 1970-1980. Além da caligrafia absolutamente espetacular (amigos grafólogos, o que vocês podem nos dizer?), a artista presenteia o destinatário com dois desenhos originais típicos da sua obra.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003ca href=\"https:\/\/epoca.oglobo.globo.com\/cultura\/noticia\/2016\/10\/boneca-internacional-que-virou-artista.html\" target=\"_blank\"\u003eArtigo da revista Epoca sobre Flora Morgan-Snell.\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":31216822485051,"sku":"314EBA22","price":900.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/products\/carta-manuscrita-flora-morgan-snell-1.jpg?v=1682367265"},{"product_id":"carta-manuscrita-de-candido-portinari","title":"Carta manuscrita de Cândido Portinari (1945)","description":"\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003e\"Tenho trabalhado pouco, mas agora vou começar.\"\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eCarta manuscrita inédita de Cândido Portinari para Marques Rebelo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eUma folha, uma página.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e+\/- 21 cm x 28 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm português.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEscritas de Brodowski em 1945.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eExcelente estado\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eConjunto único.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eTrecho da carta \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eBrodowski. 1 - 2 - [1]945\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eCaro Marques\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cem\u003eRecebi sua carta foi uma \/ agradavel surpresa saber \/ que v[ocê] vai a Buenos Aires \/ levar uma exposição de \/ pintura e que o velho Santos \/ tambem participa. Dia aonde \/ estão os dois eu entro \/ mesmo sem saber para o \/ que é. Por isso v[ocê] pode \/ contar que em fins de \/ Março v[ocê] terá minha \/ contribuição. \/ Tenho trabalhado pouco \/ mas agora vou começar \/ a trabalhar. \/ Se v[ocê] quizer dar um pulo \/ até aqui dará prazer a \/ todos os Portinaris. \/ Lembranças de Maria e de todos \/ para v[ocê]s todos. Abraço do seu \/ velho Portinari (assinado)\u003c\/em\u003e \u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003eExistem alguns nomes que marcam gerações; alguns, talvez, que escrevem a história de um país. Porém, poucos são aqueles que se tornam reconhecidos por suas contribuições culturais além das fronteiras geográficas. Essas pessoas transformam a humanidade e criam formas de expressão que definem o mundo depois de sua passagem. Não é difícil lembrar de alguns exemplos: Leonardo Da Vinci, Virginia Woolf, Marie Curie. No entanto, em qual personalidade brasileira pensaríamos para essa lista?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTalvez um dos primeiros nomes que nos venha à mente seja o do pintor Cândido Portinari (1903 - 1962), autor de mais de 500 obras de arte, entre as quais se encontra “Guerra e Paz”, exposta na Sede das Nações Unidas em Nova York desde 1956. Portinari nasceu em uma fazenda de café, na cidade de Brodowski, no interior de São Paulo, em 1903. A vocação artística despontou já durante a infância. Ainda jovem, Portinari abandonou os estudos e, aos 14 anos, se uniu a uma trupe de pintores e escultores italianos. Já aos 16, ele decidiu apostar todas as fichas em seu talento: deixou São Paulo e se mudou para o Rio de Janeiro para estudar na Escola Nacional de Belas Artes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA partir daí, a carreira de Portinari deslanchou. Foram prêmios, viagens e exposições internacionais que fizeram o artista desbravar o mundo. Uma dessas exposições ocorreu no MNBA, em 1954, em Buenos Aires, organizada por Marques Rebelo, escritor reconhecido por sua obra literária e por ser um promotor da pintura e literatura brasileiras no exterior. A carta assinada por Portinari e destinada a Marques revela que participar de tal exposição foi para o pintor uma grata surpresa. Portinari afirmou que, onde estivesse Marques, ele estaria “mesmo sem saber para o que é”, o que demonstra uma grande confiança por parte do artista. Na carta, Portinari revela ainda detalhes de sua vida e convida Marques para uma visita. Seriam eles, além das óbvias afinidades artísticas, bons amigos? O afetuoso abraço de Portinari ao final de sua missiva parece indicar que sim.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePintor de fortes ideais expressados em sua obra, que retrata a miscigenação e o cotidiano do Brasil, Portinari, filho de imigrantes italianos, mostrou ao mundo as peculiaridades e a força do povo brasileiro, do qual era grande defensor. Sua paixão pela pintura custou-lhe a vida; o artista morreu devido a uma intoxicação provocada pelas tintas que usava em seus quadros. Portinari viveu seu amor até às últimas consequências e ensinou que um grande artista pode ser proveniente das mais humildes origens e, ainda assim, alcançar os mais distantes cantos do mundo por meio de sua dedicação e talento.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eCartas de Candido Portinari são extremamente raras; esta carta manuscrita é a primeira que apresentamos.\u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":36000656294047,"sku":"354","price":12000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/products\/cartamanuscritacandidoportinari.jpg?v=1682366034"},{"product_id":"carta-manuscrita-de-jose-pancetti","title":"Carta manuscrita de José Pancetti (1949)","description":"\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003e“Muitos gostariam de possuir-te como mulher, atraente que és, movidos simplesmente pelo desejo da posse efêmera”.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eCarta manuscrita inédita de José Pancetti para Stela, com um desenho.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eUma página.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm português.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e20,3 cm x 25,7 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e15 de janeiro, 1949.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eExcelente estado\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003ePeça única. \u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eTranscrição\u003c\/span\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003e[?] 15 \/ 1 \/ 949\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eSTELA\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eMuitos gostariam de possuir te como mulher\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eatraente que és, movidos simplesmente pelo\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eesejo da posse efémera, ter-te como esposa\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eou companheira a vida inteira, mas\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003esempre com esse mesmo fim. E isso acontecer,\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003equase sempre, com a totalidade humana.\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eEu nois digo que não gostaria possuir te\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003edesse mesmo modo porque tambem sou\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eum homem. Mas o que mas profundamente\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eme comove e eu gostaria, era ter-te, constan\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003etemente, como fonte inspiradora da minha\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003earte : adorar-te-ia sempre cada vez\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003emais e como ninguém jamais fosse\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003ecapaz de adorar-te. E com essa tua\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003esimples, [?] e estranha figura\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eeu criaria, então, um mundo de côres e\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eformas novas onde tua [?]\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eeternidade !\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eJosé Pancetti\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNesse pequeno trecho de uma breve carta de amor, José Pancetti (1902 - 1958), pintor modernista considerado um dos maiores paisagistas do Brasil, declara a formosura de sua amada Stela. Essa beleza, no entanto, será para nós sempre um segredo, já que Pancetti não revelou o rosto de sua Stela em seus quadros. Ainda assim, sabemos que não era um desejo efêmero o sentimento que movia o pintor.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eDizem por aí que todo grande artista tem sua grande musa. Ainda que não possamos generalizar, essa relação frutífera marcou a produção de muitos talentosos criadores da história da humanidade. Além de Pancetti e Stela, outros casos não faltam, Picasso, também é conhecido por suas musas inspiradoras. As mulheres de sua vida tiveram papel fundamental em seu legado artístico, e ele retratou suas modelos e amantes em seus quadros. Gala Éluard Dalí, esposa do grande Salvador Dalí, é outro exemplo de musa. Essa forte mulher não cativou somente seu marido, imersa no Movimento Surrealista, a russa arrebatou artistas como Éluard, com quem também se casou, além de Max Ernst e André Breton.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cstrong\u003eA beleza do vínculo entre o artista e a musa não depende da relação que eles mantiveram, ela nasce da perpetuidade dessa união, e vai além do rosto que se revela sobre uma tela. Pancetti, nessa excepcional declaração à sua amada Stela, confessou: \u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003e“Mas o que mais profundamente me comove e eu gostaria, era ter-te, constantemente, como fonte inspiradora da minha arte”. \u003c\/em\u003eE assim fez o artista, transformando seu sentimento em algo perpétuo num mundo de cores e formas, e eternizando sua secreta e sonhada Stela.\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":37266108907679,"sku":"344SOP2","price":6000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/products\/carta-manuscrita-jose-pancetti-stela.jpg?v=1682366269"},{"product_id":"carta-manuscrita-de-emiliano-di-cavalcanti","title":"Carta manuscrita de Emiliano Di Cavalcanti (1941)","description":"\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003e“Ando muito neurastenico e nervoso creio que são achaques da idade.\"\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eCarta manuscrita de Emiliano Di Cavalcanti para Gildo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eUma folha.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm português.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e14 cm x 20 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eSão Paulo 23 de Julho de 1941.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEstado perfeito\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003ePeça única. \u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eTranscrição\u003c\/span\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003ePapel timbrado a azul. Dentro de um rectângulo com a imagem de um avião bimotor as palavras: “POR AVIÃO VIA VASP”\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eSão Paulo 23 de Julho de 1941\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eAvenida Ypiranga 480\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eApartado 906\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eMeu caro Gildo\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eAnte hontem lhe telefonei respondendo assim \/ com urgência a sua carta. Ja tratei de mandar \/ buscar os meus trecos como dizia minha avo Mãe \/ VELHA, mãe de um Pae que era sertaneja do nordes- \/ te. Queria que voce me dissesse quanto lhe custou \/ o possivel encaixotamento ou outras despesas suple- \/ mentares. Não é preciso acrescentar que lhe sou gratissi- \/ mo e desejaria que você viesse passar uns tres \/ dias comigo aqui em São Paulo. \/ Ando muito neurastenico e nervoso creio que \/ são achaques da idade. E voce como vae? Escreva- \/ me sempre que puder. \/ Um grande abraço do seu\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eDi Cavalcanti (assinado)\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eLembrança a Ignez\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDi Cavalcanti (1897 - 1976) nasceu no Rio de Janeiro em 1897, porém as raízes nordestinas de sua família sempre estiveram presentes em seu trabalho. Contudo, sua vida artística deslancharia com sua mudança a São Paulo, onde idealizou e organizou a Semana da Arte Moderna de 1922, no Teatro Municipal da capital paulista. Esse acontecimento inaugurou o Modernismo no Brasil, movimento que tornou-se uma referência cultural do século XX.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eDi Cavalcanti aproveitou da liberdade artística dessa nova forma de pensar para construir, acima de tudo, uma arte brasileira. Viajou por vários países da Europa, teve uma forte influência do expressionismo alemão e do cubismo, não obstante, com essas referências retratava temas característicos brasileiros, como os carnavais, os operários, as favelas, e até mesmo a miscigenação de raças típicas do Brasil, que até então era escondida atrás de uma tentativa de europeização do país.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eSem dúvidas, Di Cavalcanti é uma figura inspiradora, porém ele também viveu seus momentos difíceis. Foi perseguido e preso por suas convicções políticas em um Brasil convulsionado pelo avanço totalitarista do Estado Novo de Getúlio Vargas. Libertado, fugiu para Paris, de onde teve que escapar uma vez mais devido à Segunda Guerra Mundial. Todos esses acontecimentos, muito além de fatos históricos, tiveram um impacto profundo no espírito do artista, que sofria com os incidentes à sua volta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eNo ano de 1941, Cavalcanti escreveu essa carta dedicada a seu amigo Gildo na qual revela-se muito neurastênico e nervoso, o que ele mesmo acreditava que fossem \u003cem\u003e“achaques da idade”\u003c\/em\u003e. É envolvente e intrigante descobrir, por meio dos escritos dessas grandes personalidades, confissões de sua intimidade que demonstram que eles são mais frágeis e humanos que registram os livros de História. \u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":37266179752095,"sku":"343SOP1","price":5000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/products\/carta-manuscrita-emiliano-di-cavalcanti-1941.jpg?v=1682365883"},{"product_id":"carta-manuscrita-de-emiliano-di-cavalcanti-1939","title":"Carta manuscrita de Emiliano Di Cavalcanti (1939)","description":"\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003e\"Pouco vendi e não consegui pagar uma divida. Os elogios foram muitos mas, não só de glorias vive o homem…\"\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eCarta manuscrita inédita de Emiliano Di Cavalcanti para um amigo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm português.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eUma folha.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e19 cm x 25.7 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eParis, 1o de janeiro de 1939.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eBom estado\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003ePeça única.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eTranscrição da carta\u003c\/span\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eParis, 1 de Janeiro de 1939\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eMeu velho amigo\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eEsta é a primeira carta de 1939… Mais um ano dessa peno- \/ sa existencia que Deus me deu. Enfim vae se vivendo. Escrevo- \/ lhe a meia noite e meia [n]um café, ao lado do Radio e é por isso \/ que o papel é horrível. Que vae me trazer 1939. Não sei, nem quero \/ prever. 1938 terminou com uma exposição minha. Pouco vendi e não \/ consegui pagar uma divida. Os elogios foram muitos mas, \/ não só de glorias vive o homem… \/ As suas cartas fazem-se escassas o que não me deixa de incomo- \/ dar, porque penso num milhão de coisas. Acredito porem que voce es- \/ teja bem de saúde e que nada tenha acontecido a Ignez. \/ Eu estou fatigadissimo. Este trabalho imbecil do Radio me ma- \/ ta e eu preciso outra coisa, o que é difícil arranjar. \/ As vezes bate-me uma saudade enorme do Brasil. Nos dias de \/ grandes frios, eu só me lembro de me[u] Paquetá, desse calor dahí. \/ Noemia amanhã vae morar separada de mim, alugou um atelier \/ e está muito contente. Eu espero que ella seja feliz e trabalhe \/ muito na nova casa. \/ Esta carta é para lhe desejar um Feliz Ano Novo. Voce é o \/ unico amigo do Brasil que se lembra de mim eu tenho a impres- \/ são que fora de vocês mais ninguem dahi do Brasil sabe \/ que eu existo abraço a Ignez e a […]\u003c\/em\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cem\u003eO seu \/ Di Cavalcanti (assinado)\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNão haverá brasileiro dentre os 200 milhões que povoam o país que não conheça o nome de Emiliano Di Cavalcanti (1897 - 1976). O grande pintor modernista, que ilustrou as cores do Brasil e popularizou a arte nacional ao redor do mundo, ainda está presente no imaginário popular, mas como era a vida do homem por trás do prestigiado artista? Afinal, Cavalcanti também atravessou tempos de guerra, saudade e melancolia.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNascido no Rio de Janeiro no ano de 1897, Di Cavalcanti, ainda jovem, se aproximou das tintas dos e pincéis fazendo ilustrações para a revista Fon Fon. Em 1916, ele se mudou para São Paulo para estudar direito, mas logo começou a frequentar o ateliê do impressionista George Fischer Elpons. A partir daí, nunca mais deixou as telas, idealizou a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, ingressou no partido comunista, casou-se com a pintora Noêmia Brandão, e, finalmente, instalou-se em Paris, na conturbada década de 1930.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eContudo, a estadia na Cidade Luz parece não ter sido um mar calmo para o artista, segredo por ele revelado na íntima carta escrita a um amigo. Em suas palavras, Cavalcanti conta que seu trabalho em uma rádio naquela época o fatigava e entediava. O grande pintor enuncia também que, naquele início de ano, possuía uma imensa dívida que o preocupava e fazia com que ele não tivesse boas expectativas com respeito a 1939. Mal sabia ele que aquele seria seu último ano na França, já que, com o começo da Segunda Guerra Mundial, Di regressaria ao Brasil para uma das fases mais férteis de sua carreira como pintor.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eDe volta a sua terra natal, Cavalcanti passaria a combater abertamente o abstracionismo, viajaria para o Uruguai e Argentina, expondo na cidade de Buenos Aires, e conheceria Zuília, que se tornaria uma de suas musas favoritas, além de ilustrar livros de figuras renomadas como Vinícius de Moraes e Jorge Amado. Ele ainda regressaria a Paris no ano de 1946 para buscar alguns de seus quadros desaparecidos, mas, acabada a Segunda Guerra Mundial já seria esse um novo mundo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo entanto, ainda naquele final da década de 30, Cavalcanti conta, em sua missiva, das saudades que sente do Brasil e do calor de sua Paquetá; e revela ainda que sua esposa, Noêmia, se mudaria a um ateliê ainda que continuassem casados. O artista deseja-lhe felicidade, mas será que ele não se sentiu só?\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eO início de 1939 foi certamente uma época difícil para o grande artista, marcada pela saudade, a melancolia e as dúvidas. Finalmente, Di Cavalcanti regressou ao Brasil para logo voltar a ganhar o mundo, ensinando que, às vezes, um passo para trás também é um passo adiante, e, principalmente, mostrando que a vida é feita de movimentos, algumas vezes lineares, mas majoritariamente pendulares, um vai e vem que muitas vezes carece de sentido ou explicação para aqueles que navegam em suas ondas, mas sempre segue seu destino. \u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cstrong\u003eDi Cavalcanti é um dos principais nomes da pintura brasileira e cartas deles são muitos raras, especialmente com um conteúdo relevante como este.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":37266371215519,"sku":"355SOP5","price":8000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/products\/carta-manuscrita-emiliano-di-cavalcanti-1939.jpg?v=1682366112"},{"product_id":"carta-manuscrita-de-victor-vasarely-1961","title":"Carta manuscrita de Victor Vasarely (1961)","description":"\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003e\u003cb data-mce-fragment=\"1\"\u003eEm 1961, o artista contemporâneo Victor Vasarely se interessa em música.\u003c\/b\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eCarta manuscrita e seu envelope de Victor Vasarely para a Senhora Patricia Kugel. Vem também com um catálogo original do artista.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eUma página.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e21 cm x 27 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm francês.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eParis, 1961.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eExcelente estado\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003ePeça única.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003e\u003cspan style=\"font-weight: 400;\"\u003eTranscrição em francês\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003ci\u003e\u003cspan style=\"font-weight: 400;\"\u003eMa chère Patricia,\u003c\/span\u003e\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003ci\u003e\u003cspan style=\"font-weight: 400;\"\u003eJe suis honteux, mais encore une fois cette musique m´a mis hors de moi… palpitations, sueurs froides, désespoir ! Il va falloir analyser cela. Mais comment envisager alors une participation dans votre ballet ? Vous ne pouvez tout de même pas faire danser votre “femme élite en soie grise” sur l´air de Lulli ou Geminiani. Aujourd´hui je m´en vais dans la verdure, je vous embrasse et excusez moi. Vasarely\u003c\/span\u003e\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eTradução em português\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003ci\u003e\u003cspan style=\"font-weight: 400;\"\u003eMinha querida Patrícia,\u003c\/span\u003e\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003ci\u003e\u003cspan style=\"font-weight: 400;\"\u003eEstou envergonhado, mas mais uma vez essa música me enlouqueceu… palpitações, suores frios, desespero! Isso precisará ser analisado. Mas como imaginar então uma participação no seu balé? Você ainda não pode fazer sua \"mulher de elite em seda cinza\" dançar ao som de Lulli ou Geminiani. Hoje vou para o campo, beijo-te e me desculpe. Vasarely\u003c\/span\u003e\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVictor Vasarely (1906 - 1997) é um artista visual único na história da arte do século XX. Uma verdadeira estrela dos anos 60 e 70, ele se destaca na arte contemporânea ao criar uma nova tendência: a arte óptica. Encontramos sua marca na moda ; na música, David Bowie usa uma de suas pinturas para a capa de \"Space Oddity\" ; no automóvel, ele renova o logotipo da Renault ; entre outros.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eÉ a Fundação Vasarely em Aix-en Provence, no sul da França, que mantém viva a herança artística do mestre da óptica há quarenta anos e mantém o mito. O edifício, projetado pelo próprio Victor Vasarely, foi classificado como monumento histórico em 2016. Recebe visitantes que desejam conhecer mais sobre a inesquecível e vanguardista obra de um artista mundialmente famoso cujos autógrafos raramente aparecem no mercado. Esta carta é a primeira disponível em pelo menos 10 anos.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":41999995175071,"sku":"357A","price":2800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/products\/cartamanuscritavictorvasarely1.jpg?v=1682367508"},{"product_id":"dedicatoria-de-maria-helena-vieira-da-silva-1950s","title":"Dedicatória de Maria Helena Vieira da Silva (1950s)","description":"\u003ch2\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e \u003cstrong\u003e\u003cspan\u003eA renomada pintora portuguesa Maria Helena Vieira da Silva escreveu uma dedicatória em uma exclusiva biografia francesa.\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\n\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e \u003cstrong\u003eDedicatória de Maria Helena Vieira da Silva para “Elisa” na primeira página de uma pequena biografia francesa da pintora portuguesa (1950). \u003c\/strong\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003e11 páginas. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003eEm francês. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003e14 cm x 19 cm.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003eSem informação sobre a localização, anos 1950s.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003eEstado perfeito\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\u003cspan\u003ePeça única.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cspan\u003eNascida em Lisboa, Vieira da Silva começou a estudar desenho e pintura na Academia das Belas Artes da cidade quando tinha apenas 11 anos. Na adolescência, expandiu seus interesses artísticos para incluir o estudo de escultura e, já como jovem adulta, mudou-se para Paris, onde estudou pintura com Fernand Léger. Em 1930, casou-se com o pintor húngaro Árpád Szenes. Exceto por uma breve estadia em Lisboa e um período no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial, Vieira da Silva continuou a residir em Paris pelo resto de sua vida.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eNa década de 1950, quando escreveu esta dedicatória, Vieira da Silva tornou-se internacionalmente conhecida por suas composições densas e complexas, influenciadas pela arte de Paul Cézanne e pelas formas fragmentadas, ambiguidades espaciais e paleta restrita do Cubismo. Ela expôs seu trabalho amplamente, ganhando um prêmio por pintura na Bienal de São Paulo em 1961 e o Grand Prix Nationale des Arts do Governo Francês em 1966. Em 1988, o Museu Gulbenkian em Lisboa e o Grand Palais em Paris apresentaram uma grande retrospectiva do trabalho da artista.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cstrong\u003eAlém da bela dedicatória à Elisa (uma pessoa não identificada), o que chama a atenção aqui é a delicadeza do conjunto: essa pequena biografia francesa, produzida em edição muito limitada de 54 exemplares, com papel vergê,, em perfeito estado e com reproduções e textos de alta qualidade. Maria Helena Vieira da Silva teve essa delicada intenção nos anos 1950, no auge de sua carreira.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cdiv style=\"position: absolute; left: 27px; top: 85.2891px;\" id=\"gtx-trans\" data-mce-style=\"position: absolute; left: 27px; top: 85.2891px;\"\u003e\n\u003cdiv class=\"gtx-trans-icon\"\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":45307620294815,"sku":"535","price":2000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/dedicatoriamariahelenavieiradasilva3.jpg?v=1714397406"},{"product_id":"autografo-de-le-corbusier-1955","title":"Autógrafo de Le Corbusier (1955)","description":"\u003ch2 dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eNos anos 50, o arquiteto Le Corbusier assina um autógrafo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\" style=\"font-weight: bold;\"\u003e\u003cstrong\u003eAutógrafo de Le Corbusier para um admirador (folha solta do livro “Le Corbusier, dessins\"). A Primeira palavra não foi decifrada.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003eUma folha.\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003eEm francês.\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e13 cm x 18.5 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e1955, sem informação sobre a localização.\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003eBom médio de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003ePeça única.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eLe Corbusier foi um renomado arquiteto, urbanista, pintor e teórico franco-suíço do século XX. Conhecido por suas inovações no campo da arquitetura e do design, ele foi um dos pioneiros do movimento modernista. Le Corbusier acreditava na funcionalidade dos espaços e na necessidade de adaptá-los às necessidades da vida moderna. Seus projetos icônicos incluem a Villa Savoye na França e o plano urbanístico de Chandigarh na Índia. Além de sua contribuição arquitetônica, ele também produziu uma vasta obra escrita e gráfica, influenciando gerações de arquitetos e urbanistas ao redor do mundo.\u003c\/span\u003e\u003cb\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eLe Corbusier teve uma relação significativa com o Brasil, onde influenciou diversos projetos arquitetônicos. Em 1936, ele foi convidado por Lúcio Costa e outros arquitetos brasileiros para contribuir com o projeto do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro. Embora ele tenha proposto dois projetos, as ideias principais foram adaptadas pela equipe brasileira, resultando em um edifício que incorpora conceitos corbusianos como pilotis, brise-soleil e a planta livre. Além disso, Le Corbusier participou na concepção da Maison du Brésil em Paris, um edifício residencial para estudantes brasileiros, que foi inaugurado em 1959. Seu envolvimento com arquitetos brasileiros como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa ajudou a moldar a arquitetura modernista no país.\u003c\/span\u003e\u003cb\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eEste autógrafo de Le Corbusier é uma peça de interesse para colecionadores e entusiastas de arquitetura que querem proteger e transmitir um pedaço da história do modernismo arquitetônico.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":45873457463455,"sku":"475","price":2000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/livro_autografo_le_corbusier_2.jpg?v=1720208237"},{"product_id":"dedicatoria-e-desenho-de-adriana-varejao","title":"Dedicatória e desenho de Adriana Varejão","description":"\u003ch2\u003e\n\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e \u003cb id=\"docs-internal-guid-356a632c-7fff-3dc5-0e73-107776db0e66\"\u003e\u003cspan\u003eAdriana Varejão demonstra seu apreço por duas mulheres com um desenho de coração em uma das mãos.\u003c\/span\u003e\u003c\/b\u003e\n\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eDedicatória e desenho de Adriana Varejão para Maddie e Ella. \u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eLivro com 152 páginas, mostrando suas obras mais famosas. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEm português. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003e20,8 cm x 25 cm. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eSem informações sobre a data e a localização. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eExcelente estado de conservação. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003ePeça única.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cem\u003ePara Maddie e Ella\u003cbr\u003eCom o afeto da\u003cbr\u003eA Varejão\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eAdriana Varejão é amplamente reconhecida como uma das artistas contemporâneas mais importantes do Brasil e uma figura de destaque no cenário global. Seu trabalho, que transita entre a pintura, escultura e instalação, explora questões históricas, culturais e sociais, muitas vezes ligadas à colonização, à identidade e à memória brasileira. Suas obras estão presentes em coleções de museus renomados, como o MoMA (Nova York), o Tate Modern (Londres) e o Inhotim (Brasil). Além disso, suas peças têm sido exibidas em importantes bienais e exposições globais, consolidando sua posição como uma das vozes mais relevantes da arte contemporânea.\u003cbr\u003e\u003c\/span\u003e\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003eEsta dedicatória de Adriana Varejão é uma expressão de sua atenção e cuidado com Maddie e Ella, acompanhada por um desenho feito pela própria artista: um coração. \u003cbr\u003e\u003cbr\u003eO coração é uma temática recorrente na obra de Adriana Varejão porque sintetiza várias camadas centrais do seu trabalho: o corpo, a violência, a história e a identidade brasileira. Para a artista, o coração não é apenas um símbolo romântico ou emocional, mas um órgão vital ligado à carne, ao sangue e à vulnerabilidade do corpo, frequentemente associado às feridas abertas e às incisões que aparecem em suas obras. Ele dialoga com a herança colonial do Brasil, marcada pela violência física e simbólica, pela mistura de culturas e pela ideia de um corpo histórico dilacerado. Assim, o coração funciona como metáfora da vida, do trauma e da memória, conectando intimamente o corpo individual à história coletiva do país.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eEmbora não se conheça mais detalhes sobre as destinatárias, a dedicatória carrega o traço, a assinatura e a símbolica de uma das figuras mais icônicas da arte contemporânea brasileira.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":55815315488927,"sku":"578","price":2500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/dedicatoriadesenhoadrianavarejao2.jpg?v=1776543791"},{"product_id":"dedicatoria-de-beatriz-milhazes","title":"Dedicatória de Beatriz Milhazes","description":"\u003ch2\u003e\n\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e \u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e \u003cstrong\u003eBeatriz Milhazes expressa seu carinho por seus vizinhos por meio de uma dedicatória.\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\n\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eDedicatória e desenho de Beatriz Milhazes para Jolo e Carlos. \u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eLivro com 263 páginas, mostrando suas obras mais famosas. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEm português. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003e26.3 cm x 27.6 cm. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eBom estado de conservação, mas com algumas páginas levemente onduladas.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eSem informações sobre a data e a localização. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003ePeça única.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cem\u003ePara Jolo e Carlos\u003cbr\u003eMeus vizinhos favoritos\u003cbr\u003eCom carinho\u003cbr\u003eBeatriz XXX\u003c\/em\u003e\u003cstrong\u003e\u003cb\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eBeatriz Milhazes é uma artista contemporânea brasileira de renome, conhecida por suas obras vibrantes que combinam elementos da cultura brasileira, como os motivos tropicais, o carnaval e o samba, com referências a movimentos artísticos globais, como o barroco e o modernismo. Ela conseguiu reinventar as tradições visuais brasileiras, integrando-as em uma linguagem abstrata e contemporânea, tornando-se uma figura essencial na cena artística do Brasil. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eNo cenário mundial, suas obras estão expostas em instituições prestigiosas como o MoMA, a Tate Modern e o Centre Pompidou. Seu sucesso em leilões e sua participação em eventos artísticos importantes, como as bienais de Veneza e São Paulo, consolidam seu status como ícone internacional e embaixadora cultural do Brasil.\u003c\/span\u003e\u003cstrong\u003e\u003cb\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eAutógrafos e dedicatórias de Beatriz Milhazes são raros, especialmente em um livro com belas fotografias.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":55816752627871,"sku":"572","price":1200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/dedicatoriabeatrizmilhazes2.jpg?v=1737446351"},{"product_id":"fotografia-assinada-por-gilbert-and-george-2010","title":"Fotografia assinada por Gilbert and George (2010)","description":"\u003ch2 dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eEm 2010, Gilbert \u0026amp; George assinam em Berlin uma grande fotografia em frente a uma de suas obras.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e \u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e \u003cb id=\"docs-internal-guid-a76e50a8-7fff-6a50-6b7b-807861d152ec\"\u003e\u003cspan\u003eFotografia em preto e branco assinada por Gilbert \u0026amp; George, para um fã.\u003c\/span\u003e\u003c\/b\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e30,5 cm x 20,3 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e2010, galeria Arndt+Partner, Berlin, Alemanha.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003ePerfeito estado de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003ePeça única.\u003cbr\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eGilbert \u0026amp; George são uma dupla de artistas britânicos conhecida por seu estilo único e provocador. Formada pelo italiano Gilbert Prousch e pelo inglês George Passmore, a parceria surgiu na década de 1960, e desde então, eles vêm criando obras que exploram questões sociais, políticas e culturais de maneira inovadora e irreverente. Seu trabalho combina fotografia, colagem e performance, muitas vezes com uma abordagem gráfica que usa cores vibrantes e estruturas geométricas. Além disso, são conhecidos por incorporar suas próprias imagens nas obras, apresentando-se não apenas como artistas, mas também como protagonistas das narrativas que criam.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eGilbert \u0026amp; George ocupam uma posição consolidada no mercado de arte internacional. Suas obras estão presentes em importantes coleções públicas e privadas ao redor do mundo, e suas exposições em grandes instituições culturais, como a Tate Modern e o Guggenheim, reforçam sua relevância. A dupla é frequentemente destacada em leilões de arte contemporânea, e suas peças alcançam valores elevados, refletindo o impacto de sua produção ao longo das décadas. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/span\u003e\u003cstrong\u003eUma fotografia de alta qualidade, assinada por uma dupla de grande relevância no mundo da arte moderna.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cdiv style=\"position: absolute; left: 27px; top: 85.2891px;\" id=\"gtx-trans\"\u003e\n\u003cdiv class=\"gtx-trans-icon\"\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":62012404760735,"sku":"53","price":700.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/autografogilbertandgeorge53a.jpg?v=1742774701"},{"product_id":"desenho-de-moda-de-um-vestido-para-mistinguett-decada-de-1920","title":"Desenho de moda de um vestido para Mistinguett (década de 1920)","description":"\u003ch2\u003e\u003cb id=\"docs-internal-guid-5f323e75-7fff-c8df-5b51-7029a5adcc3d\"\u003e\u003cspan\u003eNos anos 1920, Mistinguett, no seu auge, simboliza o glamour parisiense em um raro croqui de moda.\u003c\/span\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eDesenho de moda de um estilista francês não identificado, representando um vestido para a artista Mistinguett.\u003c\/strong\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eUma folha. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003e16 cm x  22.5 cm. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEm francês. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eExcelente estado de conservação. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003ePeça única.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEste desenho apresenta um elegante croqui de moda dos anos 1920, feito sobre papel fino em tons amarelados pelo tempo. A figura feminina está representada de perfil, usando um vestido reto, de linhas simples e sofisticadas, adornado por uma faixa na cintura e bordados discretos na barra. Na cabeça, traz um chapéu cloche azul claro, típico da época, e segura um guarda-chuva fechado, completando a imagem de distinção. Os traços são delicados, com uso de lápis de cor e grafite, transmitindo a leveza e a elegância da moda parisiense. No canto superior esquerdo, lê-se a inscrição “Melle Mistinguett”, e no canto inferior direito aparece uma assinatura pouco legível.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eMistinguett, na década de 1920, era uma das maiores estrelas do music-hall francês e ícone absoluto das “années folles”. Artista do Casino de Paris e das Folies Bergère, encantava o público com seu carisma, sua voz e sua presença de palco extravagante. Reconhecida como a atriz mais bem paga do mundo em sua época, foi símbolo da modernidade, da emancipação feminina e do glamour parisiense. Seu estilo e suas roupas serviam de referência não apenas para o espetáculo, mas também para a moda, influenciando gerações.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eÉ pouco provável que este croqui seja de Charles Gesmar ou de Zig, principais costumiers de Mistinguett nos anos 1920. O estilo de Gesmar era exuberante, cheio de cores, plumas e brilhos, enquanto Zig também desenhava roupas de cena mais decorativas e expressivas. Já o desenho em questão mostra uma figura mais sóbria, com um vestido reto e um guarda-chuva, lembrando muito mais um estudo de moda ou um traje de cidade elegante do que um figurino de palco. A menção a “Melle Mistinguett” pode indicar inspiração ou dedicatória, mas a assinatura diferente e a ausência de elementos teatrais sugerem que se trata da obra de outro desenhista parisiense, anônimo ou menos conhecido.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eA peça tem valor por múltiplas razões. Esteticamente, preserva a elegância da moda dos anos 1920 em um traço artístico refinado. Historicamente, liga-se diretamente a Mistinguett, personalidade central da vida cultural parisiense, conferindo ao croqui um caráter documental raro. Culturalmente, representa a união entre o universo da alta-costura e o do espetáculo, dois pilares da identidade francesa da época. Em excelente estado de conservação e com riqueza de detalhes, trata-se de um testemunho valioso da história da moda e do entretenimento do início do século XX.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":62513766957215,"sku":"616","price":1500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/desenhovestidomistinguett.jpg?v=1759015643"},{"product_id":"desenho-de-joalheiro-com-estilo-art-nouveau-inicio-do-seculo-xx","title":"Desenho de joalheiro, com estilo Art Nouveau (início do século XX)","description":"\u003ch2 dir=\"ltr\"\u003e\n\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e \u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e\n\u003c\/h2\u003e\n\u003ch2 dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003e\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e\n\u003cb id=\"docs-internal-guid-2b555fac-7fff-21fa-0a5b-248ab4324fc0\"\u003e\u003cspan\u003eNo início do século XX, um joalheiro francês imagina um luxuoso cofre de joias em cobre esmaltado.\u003c\/span\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eDesenho de joalheiro francês não identificado, representando um luxuoso cofre de joias em cobre esmaltado. \u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eUma folha. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003e35,5 cm x 33 cm. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEm francês. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eExcelente estado de conservação. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003ePeça única.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEste documento é um desenho artístico realizado em aquarela e tinta. Ele apresenta o projeto de um cofre de joias em cobre esmaltado, com um design tipicamente \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eArt Nouveau\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e. A peça é ricamente decorada com motivos de penas de pavão, predominando tons de azul, verde e dourado, elementos muito associados ao simbolismo de luxo e sofisticação no início do século XX. No canto superior esquerdo, está escrito \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e“Fischer Sculpteur”\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e, e no superior direito, \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e“Janvier 06”\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e, indicando que a obra foi concebida em janeiro de 1906. Abaixo, há detalhes ampliados de ornamentos, reforçando a preocupação com a estética minuciosa e a técnica do esmalte \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003echamplevé\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eO contexto da obra é ligado ao movimento decorativo europeu da virada do século, quando artistas e escultores buscavam integrar arte e funcionalidade em objetos de uso cotidiano. A inscrição \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e“Projet de Coffret à bijoux – Cuivre et Emaux Champlevés”\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e mostra que se trata de uma proposta formal, possivelmente apresentada para produção artesanal ou industrial de luxo. Os pavões e suas plumas, símbolos de beleza e eternidade, eram um tema recorrente da época, especialmente em França e Áustria, onde a estética \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eArt Nouveau\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e valorizava linhas orgânicas, motivos naturais e técnicas refinadas de esmaltação.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003e\u003cb\u003e\u003cspan\u003e\u003cb id=\"docs-internal-guid-d1109217-7fff-7a7a-00c7-0dce08d72ec4\"\u003eA importância deste documento reside no fato de ser não apenas um desenho preparatório de um objeto de luxo, mas também um testemunho da história das artes decorativas francesas no início do século XX. Trata-se de uma obra de grande formato, em excelente estado de conservação, que impressiona pela riqueza de detalhes e refinamento técnico. Para colecionadores e historiadores, tem valor significativo, pois documenta a tradição francesa em unir arte, escultura e artesanato de luxo no período Art Nouveau.\u003c\/b\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":62513773609119,"sku":"615","price":2500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/Desenho_de_joalheiro_com_estilo_Art_Nouveau_1.jpg?v=1759015658"},{"product_id":"estudo-de-benedito-calixto-a-partir-de-debret-por-volta-de-1900","title":"Estudo de Benedito Calixto a partir de Debret (por volta de 1900)","description":"\u003ch2 dir=\"ltr\"\u003e\n\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e \u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e\n\u003c\/h2\u003e\n\u003ch2\u003e\u003cstrong\u003eBenedito Calixto representa o pelourinho da antiga Praça do Rossio, no Rio de Janeiro, a partir de Debret.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003ch2 dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003e\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e \u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eDesenho e texto, a lápis, de Benedito Calixto sobre o pelourinho no Rio de Janeiro, inspirado em Debret. \u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eUma folha com duas páginas, frente e verso. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003e28,5 cm x 21,5 cm. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEm francês. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eBom estado de conservação. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003ePeça única.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eTranscrição da frente\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cem\u003ePELOURINHO DO RIO DE JANEIRO\u003cbr\u003eNA ANTIGA PRAÇA DO ROSSIO (desenho do pintor DEBRET)\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cem\u003eO que se percebe à primeira vista na Praça do Rocio, uma das mais antigas do Rio de Janeiro, é a coluna de granito encimada por uma esfera armilar em cobre dourado. No capitel da coluna apoiam-se dois pequenos postes de ferro que deixam reconhecer ali um patíbulo — símbolo do direito de alta justiça exercido pelo governo da cidade.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cem\u003eEsse emblema (desenhado por Debret) encontra-se em todas as cidades do interior do Brasil, mas geralmente representado de forma muito rudimentar, por meio de um grande tronco de madeira pintado de vermelho e dois pedaços de ferro pontiagudos, destinados a sugerir um enorme cutelo. Esses ferros, colocados horizontalmente próximos ao centro e recobertos de madeira, formam uma pequena cruz: um deles prolonga-se como se fosse o cabo, e o outro, fixado verticalmente com firmeza, prende-se com força ao topo dos postes.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cem\u003e(Viagem Pitoresca ao Brasil, tomo III)\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eTranscrição do verso\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cem\u003eOs Pelourinhos de Madeira, em algumas vilas do Brasil, conforme desenho o pintor Debret.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEsta folha antiga apresenta um desenho a lápis muito delicado do pelourinho do Rio de Janeiro, localizado na antiga Praça do Rocio (atual Praça Tiradentes). No centro, ergue-se uma coluna de granito esguia, coroada por uma esfera armilar em cobre dourado, símbolo do poder real português, ladeada por pequenos postes de ferro que remetem ao patíbulo. O traço é sóbrio, mas detalhado o suficiente para sugerir o relevo e a imponência da estrutura, enquanto algumas figuras humanas esboçadas ao fundo dão noção de escala. Logo abaixo, uma legenda manuscrita em português indica tratar-se de um desenho do pintor Debret, célebre por registrar a vida no Brasil do século XIX. A parte inferior da folha é ocupada por um texto manuscrito em francês, levemente desbotado, descrevendo a função simbólica do monumento e lembrando sua presença em outras cidades brasileiras como marca do poder judicial colonial. \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eBenedito Calixto (1853-1927), um dos grandes pintores históricos do Brasil, realizou este estudo a partir da obra de Debret. Ele tinha o hábito de copiar Debret e Rugendas para documentar elementos arquitetônicos e sociais do Brasil colonial. Calixto pintou inúmeras cenas coloniais e históricas, mas a maioria de suas grandes composições está relacionada a São Vicente, Santos, São Paulo e ao litoral paulista; até onde se sabe, nenhuma tela finalizada de Calixto representa diretamente o pelourinho do Rio de Janeiro. Então, este trabalho é provavelmente um exercício preparatório, uma cópia de arquivo ou uma prancha documental, não destinado a uma tela final.  \u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eEsta folha tem grande importância histórica e documental, pois realizada por Benedito Calixto, um dos maiores pintores históricos do Brasil, a partir da obra de Debret. Foi muito provavelmente realizada entre 1895 e 1915, período em que Benedito Calixto se dedicava a projetos de memória histórica, consultava as obras de Debret e produzia estudos documentais para suas composições e encomendas institucionais. Ela registra com precisão o pelourinho da antiga Praça do Rossio, no Rio de Janeiro, monumento simbólico do período colonial que já não existe. A raridade da peça reside na combinação entre o desenho minucioso e o texto explicativo manuscrito em francês, evidenciando o acesso direto de Calixto às fontes originais e sua preocupação em preservar a memória visual do país. Trata-se de um testemunho singular de sua prática como artista e pesquisador, unindo arte e erudição histórica em um suporte excepcional, difícil de encontrar tanto em coleções particulares quanto em acervos institucionais.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":62513774919839,"sku":"619a","price":6000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/textoedesenhobeneditocalixto1a.jpg?v=1759015698"},{"product_id":"desenho-naturalista-de-benedito-calixto-por-volta-de-1900","title":"Desenho naturalista de Benedito Calixto (por volta de 1900)","description":"\u003ch2 dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003ePor volta de 1900, Benedito Calixto estuda gaivotas e albatrozes em voo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eDesenho naturalista de Benedito Calixto, a lápis. \u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eUma folha, uma página. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003e27,5 cm x 20,5 cm. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEm francês. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEm bom estado de conservação. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003ePeça única.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eEste desenho a lápis apresenta diferentes estudos de aves marinhas em voo, provavelmente gaivotas e um albatroz, identificados pela inscrição manuscrita na parte inferior esquerda: “Gaivotas Albatróz”. Ao centro, destaca-se um grande pássaro de asas abertas, cuidadosamente sombreado para dar volume, cercado por outras figuras menores em diferentes posições e ângulos, sugerindo movimento e observação direta da natureza. Na margem inferior direita, lê-se outra anotação, de difícil leitura, mas que parece fazer referência a uma fonte científica ou naturalista. Pela técnica e pelo caráter de estudo preparatório, a folha pode ser datada entre o final do século XIX e o início do século XX, período em que Calixto desenvolvia intensamente seu trabalho de observação e documentação do litoral paulista.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eBenedito Calixto (1853-1927) é uma figura central da pintura brasileira, reconhecido sobretudo por seus paisagens marítimas, vistas urbanas, retratos e cenas históricas que buscavam reconstruir a memória colonial e imperial do Brasil. Autodidata, construiu uma carreira sólida, recebendo encomendas públicas e religiosas, e colaborou com instituições culturais. Sua obra reflete tanto a sensibilidade artística quanto a preocupação documental, unindo o olhar de pintor e o rigor de pesquisador visual.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eEste desenho é raro porque difere das composições finais conhecidas de Calixto: trata-se de um estudo naturalista, mais íntimo e espontâneo, revelando seu processo criativo e seu interesse em registrar fielmente o ambiente marítimo. A importância da folha reside justamente em oferecer um testemunho autêntico do método de trabalho do artista, completando a compreensão de sua produção e valorizando sua faceta de observador da natureza, além de pintor histórico.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":62513786650783,"sku":"619b","price":6000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/textoedesenhobeneditocalixto2a.jpg?v=1759015690"},{"product_id":"dedicatoria-de-os-gemeos-em-um-livro-sobre-banksy","title":"Dedicatória de Os Gêmeos em um livro sobre Banksy (2021)","description":"\u003ch2 dir=\"ltr\"\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e \u003cb\u003e\u003cspan\u003eEm 2021, os Gêmeos escrevem \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/b\u003e\u003cb id=\"docs-internal-guid-5236d1f8-7fff-b342-350e-1a075de77bbe\"\u003e\u003cspan\u003e\u003cem\u003eLove! Change everything \u003c\/em\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/b\u003e\u003cb id=\"docs-internal-guid-5236d1f8-7fff-b342-350e-1a075de77bbe\"\u003e\u003cspan\u003ena icônica página 139 de um livro sobre Banksy\u003c\/span\u003e\u003c\/b\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\n\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cstrong\u003eDédicatória da dupla Os Gêmeos na página 139 do livro \"Banksy, Guerra e Spray\" para Abraão. \u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eDimensões: 21 cm x 26 cm x 1.5 cm.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eCuritiba, setembro de 2021. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003eBom estado de conservação. \u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli dir=\"ltr\"\u003e\u003cspan\u003ePeça única.\u003c\/span\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp data-end=\"598\" data-start=\"0\"\u003e\u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eOs Gêmeos\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e e \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eBanksy\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e figuram entre os nomes mais influentes da arte urbana mundial. Desde os anos 1990, Os Gêmeos levaram a estética do graffiti paulistano — marcada por personagens oníricos e cores vibrantes — das ruas de São Paulo para museus e galerias internacionais, contribuindo decisivamente para a legitimação institucional do street art. Banksy, por sua vez, tornou-se um fenômeno global ao unir intervenção urbana, crítica política e mercado de arte, transformando o graffiti em linguagem universal de impacto midiático e cultural.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1235\" data-start=\"600\"\u003eAbraão é um jovem artista de rua brasileiro, pertencente a uma nova geração que cresceu sob a influência direta desses dois gigantes da cena urbana. Em 2021, antes da exposição \u003cem data-end=\"788\" data-start=\"778\"\u003eSegredos\u003c\/em\u003e, realizada no \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eMuseu Oscar Niemeyer\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e, ele teve a oportunidade de encontrar Os Gêmeos pessoalmente. Levou consigo um livro dedicado a Banksy com a intenção simbólica de “aproximar” esses dois universos artísticos, criando um elo físico entre referências fundamentais de sua formação. Seu gesto não era apenas pedir um autógrafo, mas construir um objeto que representasse diálogo, admiração e continuidade na história da arte urbana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-is-only-node=\"\" data-is-last-node=\"\" data-end=\"1846\" data-start=\"1237\"\u003eA dedicatória, feita em marcador preto com traço espontâneo e marcadamente graffiti, apresenta “OS GEMEOS” em letras firmes e estilizadas, seguida do nome “Abraão” e da frase “Love! Change everything”, expressão que funciona como um pequeno manifesto artístico, evocando transformação e atitude.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-is-only-node=\"\" data-is-last-node=\"\" data-end=\"1846\" data-start=\"1237\"\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cstrong\u003eUma dedicatória rara, tanto pela discrição dos autores quanto pelo suporte — um livro sobre Banksy aberto em uma página que exibe uma imagem icônica do artista —, marcada por uma grafia tipicamente grafiteira e por uma mensagem universal: “Love! Change everything.”\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\u003c\/ul\u003e\n\u003cul\u003e\u003c\/ul\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":62693765972127,"sku":"629","price":3000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/dedicatoriaosgemeosbanksy4.jpg?v=1771441509"},{"product_id":"carta-manuscrita-de-candido-portinari-1939","title":"Carta manuscrita de Cândido Portinari (1939)","description":"\u003ch2\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cstrong\u003eEm 1939, Cândido Portinari ilustra com um desenho raro uma carta a Enrico Bianco\u003c\/strong\u003e\n\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eCarta manuscrita de Cândido Portinari para Enrico Bianco.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eUma folha, uma página, com seu envelope e um desenho de cadeira.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e+\/- 21 cm x 28 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm português.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eSão Paulo, 16 de março 1939\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eExcelente estado\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eConjunto único.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eTranscrição da carta\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"181\" data-end=\"278\"\u003e\u003cem\u003eProf. Candido Portinari\u003c\/em\u003e\u003cbr data-start=\"208\" data-end=\"211\"\u003e\u003cem\u003eChefe da 16ª Seção Didática\u003c\/em\u003e\u003cbr data-start=\"238\" data-end=\"241\"\u003e\u003cem\u003eda Universidade do Distrito Federal\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"280\" data-end=\"296\"\u003e\u003cem\u003eCaro Enrico,\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"298\" data-end=\"435\"\u003e\u003cem\u003eDesejo que V. me faça o favor de ir ao “Expresso Paulista” a rua [Evaristo da Veiga], saber se enviaram para Brodowski o carro e a caixa.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"437\" data-end=\"493\"\u003e\u003cem\u003eSe for preciso pagar ali pague e mande dizer quanto foi.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"495\" data-end=\"563\"\u003e\u003cem\u003eNo dia que embarcamos eles ficaram de mandar receber e não mandaram.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"565\" data-end=\"586\"\u003e\u003cem\u003eAqui vamos todos bem.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"588\" data-end=\"657\"\u003e\u003cem\u003eEmbarcamos para Brodowski no sábado à noite. Lembranças para os seus.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"659\" data-end=\"694\"\u003e\u003cem\u003eReceba um abraço do\u003c\/em\u003e\u003cbr data-start=\"678\" data-end=\"681\"\u003e\u003cem\u003ePortinari\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"696\" data-end=\"725\"\u003e\u003cem\u003eSão Paulo, 16 – III – 1939.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"591\"\u003eEm 1939, \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eCandido Portinari\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e já era um dos artistas mais importantes do Brasil, consolidado no cenário nacional e em plena projeção internacional, com participação em grandes exposições e envolvimento em encomendas públicas durante o período de \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eGetúlio Vargas\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e. Esta carta revela um aspecto concreto de sua atividade: a gestão prática do seu trabalho, mencionando o envio de objetos — possivelmente ligados a obras ou materiais — para \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eBrodowski\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e, sua cidade natal, que ocupa um lugar central em sua trajetória e em sua obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"593\" data-end=\"989\"\u003eO destinatário, \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eEnrico Bianco\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e, era um pintor e colaborador direto de Portinari, integrando seu círculo mais próximo. Bianco trabalhou ao seu lado em diversos projetos e participou do ambiente do ateliê, sendo uma figura relevante na execução e difusão de suas obras. \u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"991\" data-end=\"1537\"\u003eO desenho no verso pode ser atribuído ao próprio Portinari. Ele está diretamente integrado ao documento, sem sinais de adição posterior, e apresenta características materiais coerentes com o restante da carta: a análise visual indica que a tinta e o instrumento de escrita são os mesmos utilizados no texto e no envelope. O desenho da cadeira \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003eé talvez uma referência pessoal ou uma ‘piada interna’ entre os dois artistas (estamos pesquisando).\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cstrong\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003eEste conjunto apresenta uma bela assinatura, um destinatário identificado e relevante na história do artista, uma forte dimensão biográfica com a menção a Brodowski e, sobretudo, a presença de um desenho no envelope. Portinari é considerado por muitos o maior pintor brasileiro da primeira metade do século XX, ao lado de \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eTarsila do Amaral\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e, e cartas inteiramente manuscritas e assinadas por ele são muito raramente oferecidas ao público, surgindo apenas algumas por década.\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":62752805781663,"sku":null,"price":10000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/cartamanuscritadesenhoportinari2.jpg?v=1775431861"},{"product_id":"carta-manuscrita-de-nelson-da-costa-1965","title":"Carta manuscrita de Milton da Costa (1965)","description":"\u003ch2\u003e\n\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\n\u003cstrong\u003eEm 1965, Milton da Costa transforma uma carta em obra de arte\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\n\u003c\/h2\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\u003cstrong\u003eCarta manuscrita de Milton da Costa para \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003eGilda Vieira.\u003c\/strong\u003e\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e4 folhas, 4 páginas, com seu envelope.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e12 cm x 15 cm.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eEm português.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e15 de janeiro 1965, sem informação sobre a localização.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eExcelente estado\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e de conservação, uma pequena mancha na primeira página (ver imagem).\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eConjunto único.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp data-end=\"490\" data-start=\"0\"\u003e\u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eMilton da Costa\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e foi um artista importante do modernismo brasileiro, atuando na transição entre figuração e abstração, com uma obra marcada por figuras femininas estilizadas. \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003eEle conviveu com \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eTarsila do Amaral\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e, \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eCândido Portinari\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e e \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eDi Cavalcanti\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e. Em 1965, data desta carta, ele já se encontrava em plena maturidade artística, com uma linguagem consolidada. Embora reconhecido por especialistas, permanece relativamente pouco conhecido do grande público, o que sugere um potencial real de redescoberta nos próximos anos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1077\" data-start=\"492\"\u003eO conteúdo da carta é difícil de decifrar e não conseguimos compreender plenamente o texto. No entanto, o interesse da peça está em outro lugar: na sua força visual. A caligrafia em duas cores, azul e vermelho, cria um ritmo gráfico muito expressivo, enquanto os desenhos, figuras femininas arredondadas, pequenas Vênus, remetem diretamente ao universo plástico de Milton da Costa. \u003c\/p\u003e\n\u003cp data-is-only-node=\"\" data-is-last-node=\"\" data-end=\"1321\" data-start=\"1079\"\u003e\u003cstrong\u003eAchei essa peça especial porque reúne um artista importante ainda mal conhecido e, sobretudo, porque esta carta é uma verdadeira obra de arte em si, acessível por uma fração do preço de uma pintura.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Com certificado de autenticidade e garantia","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":62752809353375,"sku":null,"price":2500.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1945\/8243\/files\/cartamanuscritadesenhosmiltondacosta1.jpg?v=1775431906"}],"url":"https:\/\/glorias.com.br\/collections\/pintores.oembed","provider":"Glórias | Autógrafos e Manuscritos Raros","version":"1.0","type":"link"}