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Carta manuscrita de Arthur Rubinstein (1948)

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Arthur Rubinstein, o genial pianista polonês e judeu, um dos melhores do século XX, escreve em Nova Iorque sobre sua arte.

Carta escrita e assinada por Arthur Rubinstein, para Joseph Kliass. Três páginas. Em inglês. 13,5 cm x 16,7 cm. Nova Iorque, 30 de janeiro de 1948. Papel do hotel e restaurante The Madison. Bom estado. Peça única.

Prezado Sr. Kliass, toda vez que viajo na América do Sul, lembro-me do fato de que o Brasil tem um dos mais excelentes professores de piano que existem, tendo sido meu privilégio ouvir alguns de seus alunos durante um longo período, e está muito claro para mim que os resultados são principalmente devidos aos seus princípios pedagógicos suaves e um dom maravilhoso em ensinar. Após a nossa última reunião em Nova York, ocorreu-me que sua próxima viagem aqui não deveria ser dedicada apenas ao prazer, mas que você deveria realmente realizar algum ensinamento. Muitos alunos que conheço se beneficiariam enormemente se você empreendesse uma aula mestre em N.Y. ou Filadéfia. Se acaso esta idéia te agradar, eu ficaria encantado em fazer qualquer coisa que estiver em meu poder para torná-la válida. Com saudações amigáveis, seu muito sincero. Arthur Rubinstein.

Arthur Rubinstein (1887 - 1982) foi um pianista polonês e judeu, naturalizado estadunidense, muito conhecido como um dos melhores pianistas virtuosos do século XX. Foi aclamado internacionalmente por suas performances de Chopin e Brahms. Rubinstein começou a tocar piano muito cedo, com apenas três anos.

Em 1919 vem ao Brasil e conhece Heitor Villa-Lobos. Interessa-se pelas modernas composições deste, e torna-se responsável pela divulgação de suas mais famosas composições. Em sua homenagem, Villa-Lobos escreveu seu Rudepoema (1926). Nesta carta, Arthur Rubinstein elogia seu colega e amigo Joseph Kliass no que diz respeito a suas qualidades de professor de piano, o convidando a ensinar nos Estados Unidos.

Por que esse documento é raro ?

O conteúdo onde Rubinstein se expressa sobre sua arte - o piano - e a beleza da caligrafia, conferem a este documento um valor especial.


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