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Carta manuscrita de Joaquim Nabuco (1908)

Carta manuscrita de Joaquim Nabuco (1908)

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Vinte anos depois da lei Áurea, o então embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Joaquim Nabuco, recorda da luta abolicionista.

  • Carta manuscrita de Joaquim Nabuco para Bastos Tigre, com seu envelope.
  • Washington, 18 de maio 1908.
  • Uma folha.
  • 11.3 cm x 17.6 cm.
  • Em português.
  • Bom estado, umas manchas do tempo.
  • Peça única.

Joaquim Nabuco (1849-1910) teve uma vida plena e exerceu muitas profissões com sucesso. Porém, sua fama se manteve, sobretudo, por ser um ativo militante pela abolição da escravatura no Brasil, com um papel fundamental na lei de 1888. Seus vários livros e artigos sobre o assunto, incluindo “O Abolicionismo” e “Minha Formação”, são referências até hoje. Além das críticas à Igreja, que não defendia a emancipação dos escravos. Este legado é ainda mais notável, quando se sabe que ele nasceu no Recife, e foi criado por uma família que tinha escravos.

Muito respeitado e amigo de grandes personalidades, como Machado de Assis, ele tornou-se então, um dos grandes diplomatas do Império brasileiro (1822-1889) e o primeiro embaixador brasileiro nos Estados Unidos, entre 1905 e 1910, o que marcou uma mudança significativa no papel de seu país no cenário mundial. Nabuco percebeu a importância do Brasil, e das outras nações sul-americanas, desenvolverem uma relação unida com o cenário norte-americano.

A carta, escrita nessa época, é marcante por isso, mas também e sobretudo, por evocar sua luta abolicionista no Recife, obra de sua vida. Além disso, é uma das últimas cartas de sua vida, pois faleceu em Washington alguns meses depois.

A mentalidade escravocrata, o racismo e as discriminações em geral, ainda não foram vencidas. Como Nabuco previa para o Brasil, ainda há um longo caminho pela frente, e essa carta se mantém então, ainda muito atual.

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